ASPERGILOSE BRONCOPULMONAR ALRGICA PDF

Tejinn In order to mitigate these risks, corticosteroid doses are decreased biweekly assuming no further progression of disease after each reduction. Continuing navigation will be considered as acceptance of this use. References Stevens Clin Infect Dis Hypersensitivity mechanisms, as described abovecontribute to progression of the disease over time and, when left untreated, result in extensive fibrosis of lung tissue. Diseases of the respiratory system J— Mycoses, 58pp. Semin Respir Crit Care Med, 32pp. By using this site, you agree to the Terms of Use and Privacy Policy.

Author:Kazrahn Yoshakar
Country:Latvia
Language:English (Spanish)
Genre:Software
Published (Last):23 September 2017
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Alm disso, o sistema complemento tambm ativado, tanto pela via clssica quanto pela alternativa, aumentando a injria brnquica14, Distingue-se, portanto, das doenas auto-imunes pela produo de complexos antgenos-anticorpos no local As leses broncopulmonares que caracterizam as alteraes morfolgicas da aspergilose alrgica so14, 1. Tampo mucoso nos brnquios; 2. Bronquite e bronquiolite exsudativa eosinoflica; 3. Granulomatose broncocntrica; 4. Pneumonia eosinoflica; 5.

Bronquiectasia central; 6. Fibrose pulmonar. O tampo mucoso tem colorao verdeamarelada, podendo obstruir a luz da rvore brnquica. Na microscopia, alm da visualizao das hifas por tcnicas especficas, h eosinfilos degenerados e cristais de Charcot-Leyden14, Entre os achados freqentemente encontrados na aspergilose broncopulmonar alrgica, esto a bronqueolite e a bronquite exsudativa eosinoflica, que se caracterizam por edema, hiperemia e presena de muco nas clulas epiteliais.

As glndulas produtoras de muco e as clulas caliciformes encontram-se aumentadas. Alm disso, pode ocorrer a metaplasia, que estreita a luz do brnquio juntamente com o processo inflamatrio14, A granulomatose broncocntrica caracterizada por processo inflamatrio necrosante, determinando a substituio do tecido normal por processo inflamatrio granulomatoso, podendo ser encontradas hifas em seu interior. O exsudato basoflico14, A pneumonia eosinoflica um processo da aspergilose broncopulmonar alrgica em que h exsudato supurativo eosinoflico, com leses em alvo acinzentadas e de bordos hemorrgicas, associadas necrose e fibrose14, A bronquiectasia central caracteriza-se por dilatao importante dos brnquios que podem, em casos mais avanados, apresentar formaes pseudocsticas.

H uma variedade de achados microscpicos dependendo do estgio em que se encontra a doena. Podem ser observados exsudato eosinoflico, alteraes semelhantes ao tampo mucoso, processo inflamatrio e fibrose14, A fibrose pulmonar inicialmente caracteriza-se por exsudato intra-alveolar de consistncia firme e hiperplasia dos pneumcitos do tipo II.

Progressiva- mente, adquire aspecto de colmia, onde v-se processo inflamatrio de diferentes graus associado fibrose pulmonar14, Os trabalhos de Slavin14 e Patterson15 demonstram a importncia da formao dos complexos imunes na patogenia da aspergilose broncopulmonar alrgica. H estudos que referem a presena das clulas Th2 como uma predisposio gentica ao quadro de aspergilose broncopulmonar alrgica; entretanto, necessita-se de mais conhecimento a cerca do sistema de HLA5.

Aspectos clnicos As manifestaes clnicas decorrem da patogenicidade do fungo e da resposta imunolgica do organismo 1. A gravidade varivel, podendo manifestar-se como processo alrgico ou at como infeco disseminada.

No entanto, a maioria dos pacientes so assintomticos5. As leses so predominantemente encontradas nos lobos superiores1,2. A complicao de pior prognstico a hemorragia, que pode levar o paciente ao bito.

Um breve comentrio acerca das manifestaes clnicas da aspergilose apresentado no quadro 2. Diagnstico Geralmente, os exames de imagens apresentam alteraes que devem ser correlacionadas com o quadro clnico e exames laboratoriais cultura e sorologia 3.

O diagnstico da aspergilose de realizao mais difcil e complexa por conta da inespecificidade dos sinais e sintomas, pela ocorrncia muitas vezes tardia dos infiltrados pulmonares, ou mesmo por conta da dificuldade de estabelecer a diferenciao se o agente fngico , naquele momento, patognico ou mero colonizador. Alm disso, o isolamento do fungo no sangue e escarro raramente demonstrado. Os critrios diagnsticos da forma broncopulmonar alrgica so as provas laboratoriais in vivo e in vitro e os exames de imagem pulmonar correlacionados com os achados clnicos O diagnstico da fase inicial da doena marcado pela associao com a asma e dosagem de IgE especfica elevada.

Infeces por Aspergillus caracterizada por edema importante, pouco prurido e eritema varivel, configurando a clssica reao de Arthus. Com relao aos testes cutneos, podem ser positivos em asmticos que no apresentam aspergilose, no tendo, portanto, valor para confirmao diagnstica. Em contrapartida, os teste sorolgicos so importantes para confirmao ou excluso diagnstica. Os exames de imagem, como a teleradiografia de trax, so quase patognomnicos, quando se observa o aspergiloma ou a bola fngica, geralmente localizadas em pices pulmonares.

Quando o sinal de Monod est presente caracterizado por massa slida no interior de caverna pulmonar , o melhor exame para a avaliao a tomografia computadorizada, observado-se a movimentao da massa com a mudana de decbito1. A presena de infiltrados, atelectasia brnquica e fibrose pode ser detectada na forma broncopulmonar alrgica. Todavia as radiografias so inespecficas devendo ser associada clnica e aos outros exames.

A anlise de vrios critrios classificados como maior e menor podem confirmar o diagnstico detectando-se sete critrios maiores e trs menores1. O quadro 3 apresenta os critrios1. Quadro 3 - Critrios diagnsticos maiores e menores para aspergilose1.

Critrios maiores Critrios menores Asma Presena de A. Outras alteraes menos freqentes so: enfisema local, fibrose, espessamento pleural e pneumotrax espontneo1. A broncografia pode ser indicada para diagnstico de bronquiectasias, sendo considerada o padro ouro; contudo, por ser um mtodo invasivo, atualmente a tomografia computadorizada de alta resoluo o exame mais utilizado5, Deve-se considerar que nem sempre o isolamento do Aspergillus sp significa que est ocorrendo infeco, uma vez que pode ocorrer contaminao das amostras ou colonizao, sendo comum em pacientes que utilizaram antibioticoterapia.

Alm disso, a cultura negativa no exclui o diagnstico; desta forma, as tcnicas de isolamento, a partir de secrees respiratrias, so consideradas de baixa sensibilidade e especificidade4, Os testes imunolgicos que utilizam a turbeculina inoculada por via intradrmica produzem resultados em quatro horas1. O tipo de resposta avaliado por esses testes a de hipersensibilidade do tipo I caracterizada pela formao de ppulas e eritema, mediada por IgE e bloqueada por anti-histamnico, porm sem resposta a corticosterides2.

A dosagem de anticorpos encontra-se elevada em pacientes com aspergilose broncopulmonar alrgica, em especial da classe IgE. Alm disso, a presena de IgA1 parece ser um marcador da fase inicial dessa forma de aspergilose humana.

A eosinofilia pode estar ausente em pacientes em uso de corticoterapia, no sendo importante para estabelecer o diagnstico. A dosagem das imunoglobulinas E e A no lavado broncoalveolar, realizadas por Richetti 20, mostraram que elas se encontram muito elevadas, sugerindo produo local importante.

Estudo realizado por Geha21, verificou a presena de complexos imunes circulantes em um nico paciente. Os sorodiagnsticos, que podem ser realizados por vrias tcnicas, como a imunoeletroforese, ELISA, radioimunoensaio, imunofluorecncia, hemoaglutinao dentre outros, podem dar reaes falso-positivas alm de serem mtodos diagnsticos caros e no disponveis em todos os centros mdicos brasleiros1,2,5. A maior indicao destes mtodos no controle dos pacientes de risco1.

O exame histopatolgico do tecido pulmonar de pacientes com a forma pulmonar invasiva revelam a presena de infarto hemorrgico decorrente da invaso vascular pelo agente, pneumonia, presena de hifas e da reao granulomatosa, que caracterizam a aspergilose 2,5.

A reao em cadeia de polimerase PCR est em estudos, no sendo utilizada na prtica mdica 8. Diagnstico diferencial A asma2 e a fibrose cstica so condies clnicas que fazem diagnstico diferencial com a aspergilose e muitas vezes podem estar associadas1. As manifestaes asm-ticas ocorrem, freqentemente, na infncia acompa-nhadas de urticria, eczemas, rinite e conjuntivite.

Na aspergilose, emagrecimento, anorexia e tosse com expectorao acastanhada podem estar presentes. Outras afeces que cursam com obstruo brnquica e que apresentam um dos exames alterados como eosinofilia, infiltrados pulmonares e elevao dos nveis sricos de imunoglobulina E so apresentadas no quadro Abordagem Teraputica H vrios determinantes que norteiam as opes teraputicas tais como1: 1- status imunolgico do paciente, 2- local da leso e 3- intensidade da micose.

O uso de corticoterapia est indicado em pacientes que apresentam o componente alrgico; alm disso, o afastamento da fonte alrgica desejvel. Entre os corticides disponveis, prefere-se a prednisona, que permite melhora importante dos sintomas como tosse, hemoptise, perda ponderal e do infiltrado pulmonar1,2,22, A utilizao dos azis antifngicos no apresenta boa resposta, embora alguns autores indicam a utilizao do itraconazol associada corticoterapia a fim de reduzir a dosagem de corticide Com relao evoluo da forma alrgica da aspergilose, o controle da asma importante atravs do uso de corticosterides tpicos, cromoglicato dissdico e nedocromil.

J a imunoterapia para o tratamento da asma est proscrito pela patognese da aspergilose broncopulmonar alrgica, que envolve a formao de imunocomplexos. A posologia de prednisona est detalhada no quadro 5. A terapia em longo prazo produz resoluo mais eficiente dos quadros graves sintomticos7. A utilizao da anfotericina B em pacientes com a forma pulmonar localizada eficaz, em especial quando associado ao tratamento cirrgico8.

A anfotericina um antibitico polinico que possui atividade fungicida, sendo uma droga que apresenta toxicidade e efeitos colaterais diversos que so relatados no quadro A administrao da anfotericina B requer, portanto, a monitorizao da uria e creatinina, dosagem das aminotransferases e bilirubinas bem como a realizao do hemograma e do eletrocardiograma1.

Alm disso, outros frmacos podem ser associados como analgsicos, anti-histamnico, e heparina com o intuito de reduzir os paraefeitos da droga8. Por isso um frmaco de difcil manejo. O emprego dos azis antifngicos apresenta como vantagem menos efeitos colaterais quando comparado Anfotericina B. Os mais freqentes so alteraes digestivas, podendo ser atenuados se ingerido com alimentos; outros so irregularidade menstrual e ginecomastia1.

O quadro 7 apresenta o esquema teraputico com os derivados azlicos antifngicos1. Quadro 4 - Diagnstico diferencial da aspergilose pulmonar. Diagnstico diferencial Infeces virais, bacterianas, fngicas, sarcoidose, neoplasias, colagenoses, reaes adversas a drogas e tuberculose Doenas parasitrias, tuberculose, pneumonia eosinoflica, alveolite alrgica extrnseca e vasculite de Churg-Strauss Sndrome de Job e a maioria dos pacientes com asma e dermatite atpica, mesmo sem aspergilose broncopulmonar alrgica Exames alterados infiltrados pulmonares eosinofilia nveis sricos de IgE total elevados Quadro 5 - Correlao entre o estgio da aspergilose broncopulmonar alrgica e a dose de corticosterides.

Est em estudos tambm a combinao de itraconazol com anfotericina B intranasal com resultados promissores Manual de infectologia. Rio de Janeiro: Revinter; Stevens DA.

Cecil tratado de medicina interna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Fungal infection. In: Opportunistic fungal infections. In: Veronesi R, Focaccia R. Tratado de infectologia. So Paulo: Atheneu; Aspergillus e aspergilosis. Une pseudotuberculose mycosique. In: Congrs International de Berlin; ; Paris. GazHp; ; Rnon L.

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